Casos de Sucesso

  

Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. (1ª Co 9:24)

E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis. (Cl 3: 23 e 24).


A maioria das pessoas tem dificuldade em definir o sucesso. A idéia de sucesso não é a mesma para todas as pessoas, entretanto para atingirmos o sucesso é necessário muito trabalho, competência e determinação. Sucesso só vem antes do trabalho no dicionário. Nós, porém, o definimos como: “Sucesso é conhecer o propósito de sua vida, crescer para alcançar o seu potencial máximo e lançar sementes que beneficiem outros". Deus tem uma jornada de sucesso determinada para a sua vida, e nós queremos ajudá-lo nessa caminhada.

Empreendedores de sucesso fracassaram muitas vezes antes de alcança-lo. O que diferencia as pessoas comuns dos grandes empreendedores é justamente a percepção e a reação diante das derrotas. O presente espaço destina-se ao relato de histórias de sucesso, de cristãos comuns, que ousaram aplicar os princípios bíblicos na gestão de sua vida profissional e de seus negócios, e colheram o fruto dessa escolha.

 


"EMPRESÁRIOS CRISTÃOS - BENDITOS NEGÓCIOS" 07/04/2011

Empresas geridas por cristãos combinam a busca pelo lucro com vocação missionária eempreendedorismo social. Ken Crowell, empresário de setenta e cinco anosde idade, caminha em meio às linhas de montagem de sua indústria, a Galtronics, situada na Galiléia, norte de Israel. Especializada na fabricação decomponentes eletrônicos, a fábrica produz antenas para equipamentos sem fio e é fornecedora de gigantes como a Motorola e a Samsung, tendo já batido a marca deum bilhão de unidades vendidas. Satisfeito, Crowell (foto) passeia pelas instalações da empresa conversando com os sorridentes trabalhadores, todos vestidos de azul escuro. Um visitante desavisado que os visse assim, uniformizados, poderia ter a impressão de que se trata de um grupo homogêneo, composto por trabalhadores com origem e estilo de vida semelhantes. Engano.Ali, mais de 300 operários árabes, judeus e cristãos trabalham juntos e em paz, alheios às desavenças que fazem seus conterrâneos se digladiarem lá fora. Alguns desses empregados já estão na indústria há mais de vinte anos. Eles desfrutam de ótimos salários e benefícios trabalhistas - inclusive, bufê a custo subsidiado no almoço, do tipo "coma tudo o que puder".
Um letreiro na entrada do prédio da Galtronics com os dizeres "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará", o texto do Salmo 37.5, revela a fé de seu proprietário. Crente em Jesus, Ken Crowell é um dos pioneiros em um tipo de visão empresarial que tem ganhado corpo ultimamente: é o chamado modelo BAM, sigla em inglês para Business as Mission (Negócios como missão). Combinar negócios com obra de Deus é uma idéia geralmente vista com desconfiança, mas atualmente, empreendimentos de orientação evangélica como a Galtronics estão se expandindo rapidamente por todo o mundo, como parte de um movimento em ascensão que visa gerar riquezas tanto temporais quanto espirituais. O dono descreve sua visão quando implantou a empresa, em 1978: "O chamado era primeiramente para ir a uma área onde houvesse pouco ou nenhum testemunho cristão, para dar emprego a crentes e a não-crentes em um ambienteseguro de trabalho - e, dessa maneira fornecer o apoio necessário para a edificação de uma igreja local".
A coisa deu tão certo que a Galtronics já viu nascer de suas fileiras uma igreja que hoje tem 400 membros. Ao mesmo tempo, os negócios vão muito bem, obrigado. O grupo já inaugurou unidades na China e na Coréia do Sul, além de cinco outras fábricas de menor porte em outros pontos da Galiléia. "Elas são gerenciadas por crentes que conhecem a visão da empresa", afirma Crowell. O fenômeno tem vários nomes: "Negócios do Reino", "empresas do Reino", "missões a favor do lucro" ou "empresas da grande comissão", para citar apenas alguns. Os observadores concordam que o movimento já é imenso e está crescendo em ritmo acelerado. "Esta é agrande tendência do momento e todos estão querendo participar", afirma Steve Rundle, professor associado de economia da Biola University e autor dolivro Great Commission Companies ("Empresas da grande comissão"), lançado em 2003. Ele já tem outra obra do gênero no prelo, a ser lançada com o título An Overview of Business as Mission, algo como "Uma visão geral dos negócios como forma de se fazer missões", escrito em co-autoria com Neal Johnson, especialista em BAM.
Lucros e bênçãos - Os empresários do movimento utilizam os empreendimentos comerciais não apenas como forma de obter retorno financeiro, mas a fim de gerar empregos, prestar serviços à sociedade e servir de veículo para a disseminação do Evangelho. O negócio em si é um meio de divulgar a fé em Cristo e plantar igrejas. E cada vez mais, empresas do gênero adquirem um tom de globalidade, gerando empregos em países em desenvolvimento - o que as faz diferir diametralmente da visão missionária tradicional, quando o máximo que se fazia era o assistencialismo. Além disso, fazem discípulos que levam a Palavra a uma comunidade maior e mais difícil de ser alcançada: o mundo corporativo.
No ano passado, o jovem Bill Yeager, 28 anos, de Montrose, cidade do estado norte-americano do Colorado, investiu o equivalente a R$ 80 mil de suas economias, obtidas com o sucesso de sua empresa de software, em uma idéia radical. Filho de ex-missionários no Quênia, Yeager começou identificando e treinando mais de 1.200 fazendeiros naquele país africano para que cultivassem cebola orgânica. Nascia o Yeager Kenya Group, cujo objetivo é a exportação para o crescente mercado de comida natural na Europa e nos Estados Unidos. "Compreendi que podia abrir um negócio com o objetivo de melhorar a vida daquele povo", declara o engajado Yeager. Com outros R$ 140 mil de investidores externos, ele está completando o caro treinamento do seu primeiro grupo de produtores agrícolas, todos membros de igrejas evangélicas quenianas. Ao fim do processo, a renda de cada um poderá saltar de irrisórios R$ 1 mil por ano para R$ 20 milno mesmo período. "É arriscado, mas acredito de todo o coração que esse negócio irá decolar", sonha o empreendedor.
É difícil estimar o número atual de empresários ligados a esse modelo para lá de original de gestão de negócios. "Não somos os grandes idealizadores", reconheceJ ohnny Combs, dirigente da Paradigm Engineering, empresa sediada no Texas, EUA. "Somos fazedores", explica ele, que se tornou uma espécie de consultor do ramo.Nos últimos anos, mais de 2 mil livros e 800 organizações sem fins lucrativos vêm estimulando a combinação de trabalho e fé no ambiente profissional. Eles dedicam todos os seus esforços a uma tendência ainda mais abrangente, o empreendedorismo social, que advoga o uso do capitalismo no lugar do assistencialismo a fim de resolver dramas como o da pobreza.
Profissionaldo Reino - Os "bamers", como são chamados, identificam um nicho, elaboram um plano de negócios com seriedade e então partem para a ação. Em geral eles acumulam capital ao invés de angariar fundos, pois sabem que só ideais não são suficientes para alcançar os objetivos do movimento. É preciso gerar dinheiro. Tudo começou no início da década de 1980, quando um grupo de executivos americanos formou a Intent, organização que teve papel inicialimportante na eclosão do movimento das empresas espiritualmente responsáveis. Seus membros incluíam Clem Schultz, que em 1989 adquiriu o controle da AMI, uma fábrica do setor de tecnologia instalada na Ásia. Desde a juventude, Schultz, agora na casa dos 50 anos, sentia-se chamado para missões no Oriente. Só não imaginava de que maneira que cumpriria o "Ide" de Jesus. Atualmente, as vendasda AMI variam de 30 a 50 milhões de dólares anuais e sua atuação diversificou-se. O grupo, que inclui uma editora de livros baseados em princípios e valores do cristianismo, opera 10 unidades na Ásia, empregando em torno de mil pessoas.
Os elevados investimentos da holding e sua ficha de bons serviços prestados lhe renderam o favor de governos locais e nacionais asiáticos."Recebemos enormes incentivos ao nos estabelecermos em novas áreas", declara Schultz. Ao contrário do que se poderia imaginar, a fé não é fator determinante para a contratação - tanto que os cristãos estrangeiros na força de trabalho da AMI totalizam apenas 5% do efetivo, representando oito diferentes nacionalidades. Mas o testemunho que dão é marcante, mesmo em um continente de pouca tradição cristã. "Quando as pessoas vêem gente oriunda da África do Sul, dos Estados Unidos ou da Inglaterra compartilhando o mesmo local e a mesma crença em Jesus, nossa fé se apresenta muito mais robusta", declara o executivo.
A Intent está otimista em relação às possibilidades de negócios como forma de se fazer a obra de Deus. "O dia do profissional do Reino nas missões mundiais é chegado", anuncia a literatura distribuída pela organização. "As pessoas que ainda não ouviram o Evangelho de Jesus Cristo serão alcançadas, de forma mais relevante, por profissionais do Reino que utilizarem suas habilidades, recebidas de Deus e talhadas pelo mercado, como seu passaporte legítimo para as nações". Esta visão contemporânea da obra missionária encontra entusiastas também aqui no Brasil, com os "Associação de Fazedores de Tendas do Brasil" - www.aftb.org.br
"Retornos eternos"- "Serviços bem feitos podem mudar vidas, melhorara sociedade e glorificar a Deus", diz Thomas Sudyk, diretor do EC Group International, que atua no ramo de terceirização de mão de obra. A força detrabalho, no caso, é daquelas que nem sempre encontra vagas no mercado. Aempresa recruta funcionários entre deficientes físicos na Índia, oferecendo-lhes treinamento na área de tecnologia da informação. "Esperamos quen ossos esforços sejam vistos como bênção de Deus, através do fornecimento de empregos,de um lugar decente para se trabalhar e de um salário justo", enfatiza Sudyk. Ele começou identificando um nicho praticamente inexplorado: transcrições de registros médicos. Contratou um gerente cristão em Chennai, na Índia, e montou o negócio fazendo um investimento de capital da ordem de R$ 300 mil. Hoje, com mais de 60 funcionários, o EC Group presta serviços para um só cliente, uma empresa médica americana que terceirizaria o trabalho da equipe indiana deSudyk.
"O nosso negócio não é para aqueles que só estão em busca de lucro", ressalta KenCrowell, o proprietário da Galtronics, de Israel. "Mas se o que o empresário procura é gerar retornos eternos, em uma empresa onde pode abrir uma Bíblia no escritório ou se sentir confortável evangelizando os colegas de trabalho -conquistando frutos que as missões tradicionais talvez nunca alcancem -, este é o caminho", ensina.
Fé e trabalho
Em 1999, Randy Russ era o presidente e o CEO da Community Coffee, uma das maiores empresas cafeeiras dos Estados Unidos. Motivado por sua fé cristã e pela descoberta de um tipo de caféde excelente qualidade em uma região da Colômbia arruinada pela guerrilha, Russe sua empresa iniciaram um relacionamento com 500 famílias de fazendeiros naquele país sul-americano. Eles formaram uma cooperativa de ex-concorrentes para garantir a excelência e a distribuição do produto. Preços comerciais justos elevaram o padrão de vida local, e um bônus anual por desempenho é investido em projetos de desenvolvimento social.
Com o apoio de órgãos do governo,os fazendeiros construíram uma escola técnica de agricultura de nível médio, investiram em equipamento e melhoraram sua alimentação com o desenvolvimento dapiscicultura. "Basicamente, a expectativa é de que milhares de outros empresários resolvam utilizar seus talentos e habilidades para negócios no compartilhar das boas novas do Evangelho através de suas atividades comerciais", declara Russ.
Fazedores de tendas
Surgida em 2001, a Associação Brasileira de Fazedores de Tendas (AFTB) é uma entidade que congrega profissionais de diversas áreas em torno de um objetivo: fazer de sua atividade um vetor para a propagação do Evangelho de Cristo. Inspirados no exemplo do apóstolo Paulo - que, segundo o livro bíblico de Atos dos Apóstolos, exercia o ofício de fazedor de tendas como meio de sustento e aceitação social para poder pregar o cristianismo -, professores, engenheiros, advogados, médicos e agrônomos, entre pessoas de outros perfis profissionais, usam sua capacitação para viabilizar o trabalho missionário em nações ou regiões onde o evangelismo tradicional é restrito e até proibido. Segundo a Interserve, agência que envolve cerca de 750 profissionais missionários espalhados pela chamada Janela10/40, região onde estão a maioria dos povos não-alcançados pelo Evangelho no mundo, "fazedores de tendas são discípulos de Jesus Cristo que, chamados por Deus e comissionados pela Igreja, usam seus dons, talentos e habilidades profissionais para servir ao Senhor em um contexto transcultural".
A idéia básica é obter autorização legal para trabalhar em determinado país e, assim, poder testemunhar acerca de Cristo. Por isso mesmo, quem se envolve neste tipo de ministério é também conhecido como missionário bivocacionado. "O envio de profissionais para o campo é uma tendência das missões modernas", afirma David Botelho, dirigente da Missão Horizontes na América Latina. "Lá, eles atuam em suas áreas de atividade secular e, paralelamente, anunciam o Evangelho de acordo com as oportunidades que ajudam a criar." Ligada à Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB), a ABFT atua em parceria com outras organizações, como o Centro Evangélico de Missões (CEM), na capacitação missionária de profissionais. (C.F.)

Tradução: Pedro Bianco; adaptação e redação: Carlos Fernandes
Fonte: infogospel.com

 



“PRÓSPERA EM CRISTO”

TESTEMUNHO DE “SIMONE MATTOS” 03/05/09

Ela nasceu em São Miguel do Araguaia, no estado de Goiás. Com cerca de oito anos de idade, a convite de uma vizinha, decidiu visitar uma igreja evangélica. E ali, numa Assembléia de Deus, ela aceitou a Jesus. Simone Lopes Rocha conhecida em seu ramo de atuação como Simone Mattos, hoje reconhecida por sua excelência profissional e fé em Deus, foi praticamente criada no contexto da palavra de Deus. Contudo, em 1991, ao sair de Goiás da cidade de Santa Teresinha e seguir caminho para a cidade de Belo Horizonte, viu sua vida tomar novos rumos. Na capital mineira ela conheceu um rapaz e acabou se afastando dos caminhos do Senhor. Muitas foram as lutas...

“Eu estava num processo, creio eu, permissivo por Deus, em que estava sendo provada, pois Ele queria resgatar a ovelha perdida “Simone”.

Foi durante uma situação de doença na família que ela voltou para os braços do Pai e viu sua vida restaurada e transformada pela graça e pelo favor do Senhor.

“Certa vez eu tive um desentendimento com minha mãe e resolvi sair do meu lar. Aluguei uma casa, e em pouco tempo o rapaz com quem eu me relacionava foi morar comigo. Na época eu trabalhava num hospital mais justo naquele momento fui despedida. Meu ex-namorado me deu muita força e me aconselhou a fazer um curso profissionalizante. Após três meses de curso, fiquei grávida. No final de 1997 ganhei o Fernandinho. Em pouco tempo depois abri um salão pequeno na garagem da casa do meu pai, no bairro Renascença em Belo Horizonte. Passaram-se seis meses, eu mudei para outro lugar, e ali instalei o salão na sala da casa. Depois de seis meses pedi uma vizinha para alugar uma loja para mim, e mudei novamente o salão de lugar, para uma esquina. Eu juntei um dinheiro e montei um novo salão. “Eu projetei tudo de um jeito simples, mas comecei a crescer”.

Nessa mesma época que o pai do meu filho estava doente. E tudo mudou em nossas vidas. Ele teve um diagnóstico de encefalite rara, uma doença que atinge uma pessoa em um milhão. Ele não reconhecia mais ninguém. Ele não falava. Eu dormia no hospital acompanhando-o todas as noites, e numa delas eu tive de ir para a casa, pois meu filho apresentou um quadro de bronquite, Nessa madrugada eu fui para a casa e ali orei ao Senhor: “Eu sei que me afastei dos seus caminhos, mas eu peço as Senhor que use de misericórdia para com a minha vida, e faço um conserto com o Senhor nessa noite. E mesmo não sendo casada com meu namorado, eu peço ao Senhor que pela sua misericórdia traga a cura dele. A partir daquela data, após 30 dias de constantes melhoras ele teve alta. Até hoje, mesmo não estando mais juntos, ele reconhece o milagre que Deus operou em sua vida.

Depois do fim do relacionamento com o pai do meu filho, eu continuei investindo em minha vida profissional, e Deus foi só me abençoando. Ele me proveu recursos. Eu tive a oportunidade de fazer cursos no exterior, em Londres e Paris, o Senhor foi me levantando. Ele me deu uma clientela de mais de três mil pessoas no bairro Renascença.

Há cerca de três anos atrás, Ele me deu outro salão, o qual estava falindo. E foi um período muito difícil pois tive muitos gastos. Tive dificuldades para colocar profissionais ali. E eu orava, orava, pois tudo o que faço, busco a direção de Deus. Eu cheguei a questionar: "Deus, eu lhe pedi autorização para comprar esse salão, o Senhor me autorizou, e eu não estou dando conta. Então eu cheguei a pensar em ir embora para o exterior. Eu disse a uma amiga que estava pensando em desistir e desejava vender, ou dar o salão para alguém. E nesse momento Deus me disse" Não é seu. Como você vai dar algo que não é seu? E na hora, lembrei-me qua havia consagrado tudo o que tinha a Deus, no "CURSO DE FINANÇAS CROWN", ministrado na lagoinha. Então estabeleci uma meta. Eu disse ao Senhor que até o final do ano em questão era o prazo no qual me decidiria sobre o que fazer com o salão no Renascença, pois não tinha condições de ficar com os dois. E o Senhor me deu a direção para eu transferir tudo para o meu outro salão, e Deus tem me abençoado muito.

No ano de 2007 tive a oportunidade de fazer o curso “NEGÓCIOS A LUZ DA BÍBLIA”, ministrado na lagoinha. Esse curso foi uma benção para a minha vida, e me ajudou muito na administração do negócio, com a aplicação dos princípios da Palavra de Deus.

Deus me abriu uma nova porta em São Paulo. Fui convidada a abrir um salão dentro de uma clínica de cirurgia plástica. Está tudo em processo de instalação. Estou com uma mídia muito boa lá e já tenho saído em algumas revistas do Estado e isso sem custo algum.

 Vejo a honra e a bondade de Deus em minha vida. Deus tem trazido pessoas ao meu caminho, que correm atrás de projetos, bênçãos para mim. São coisas que só Deus pode fazer. Cada maquiagem que eu faço eu vejo a unção de Deus. Peço sempre ao Senhor que não permita que eu desvie nem para a direita e nem para a esquerda.

Digo a todos os empresários que tem pensado em desistir, ou estão sem esperança: “Creiam que o Senhor é a solução de todos os problemas”. Há situações que você olha e diz, não tem jeito. Mas eu creio no Deus do impossível, que abriu o mar vermelho, e fez nascer água da rocha. Então, é não perder a fé e lembrar sempre: “Traga a memória aquilo que traz esperança”. Lembrar daquilo que Deus fez nos encoraja. Não perca a fé, não perca a esperança, e não abra mão da intimidade com Deus, pois ela é que lhe sustentará.

Eu nunca fujo do foco. Tenho mostrado quem Cristo é em mim. Assim tem sido minha vida. Eu, Simone Mattos, quero ser exemplo de Cristo aqui na Terra.

Atualmente, Simone Mattos realiza trabalho voluntário na Fundação Oásis, ministrando aula de cabeleireiro na Escola de Beleza.

Simone Lopes Rocha é membro da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte – MG.

CONTATOS: (31) 3444-2004 / e-mail isimonemattos@hotmail.com